A situação, que já foi denunciada à Prefeitura de Várzea Grande e ao Departamento de Água e Esgoto (DAE-VG), ainda não obteve uma resposta satisfatória, gerando indignação e transtornos para a comunidade.

Moradores da região central de Várzea Grande sofrem com a falta de água há uma semana

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Várzea Grande, MT – Moradores da região central de Várzea Grande, nas proximidades do Ginásio Fiotão, estão enfrentando sérios problemas com o abastecimento de água há cerca de uma semana. A situação, que já foi denunciada à Prefeitura de Várzea Grande e ao Departamento de Água e Esgoto (DAE-VG), ainda não obteve uma resposta satisfatória, gerando indignação e transtornos para a comunidade.
Uma das moradoras afetadas relatou a gravidade do cenário. “Está bem complicado, está a rua toda e o bairro sem água”, desabafou. Ela informou que as tentativas de contato com os órgãos responsáveis não surtiram efeito. “Já não sabemos mais a quem recorrer”, completou, expressando o sentimento de desamparo que permeia a vizinhança.
A falta de água não é um problema isolado em Várzea Grande. O DAE-VG tem enfrentado desafios recorrentes no abastecimento, frequentemente atribuídos a problemas operacionais, manutenções em adutoras e à infraestrutura antiga da rede de distribuição . Em março de 2026, por exemplo, a autarquia informou sobre instabilidade no abastecimento em diversos bairros devido a problemas operacionais na ETA II – Júlio Campos, causados por fortes chuvas . Além disso, vazamentos na rede de distribuição são uma queixa constante, com moradores denunciando o desperdício de água enquanto outros sofrem com a escassez .
Enquanto o DAE-VG afirma que intensificou as ações de combate às perdas de água e que as equipes técnicas atuam para restabelecer o serviço, a população da região do Fiotão aguarda por uma solução imediata. A interrupção prolongada do fornecimento afeta diretamente a rotina das famílias, comprometendo atividades básicas de higiene e alimentação.
Os moradores esperam que as autoridades competentes tomem providências urgentes para normalizar o abastecimento e ofereçam um plano de ação claro para evitar que situações como essa se repitam. A comunidade clama por respeito e por um serviço essencial que garanta dignidade e qualidade de vida.
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