A delegada Juliana Chiquito Palhares, da Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), instaurou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) para investigar uma mulher que teria cometido crime de difamação contra a primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, em um grupo de Whatsapp.
De acordo com boletim de ocorrência registrado pela Casa Militar, uma mulher teria disparado a seguinte frase no grupo, em julho deste ano:
“Virginia Mendes, era uma ninguém filha de uma dama da noite, criada por uma faxineira da gleba Rio da Casca, aqui em Chapada. Hoje posta bolsa de 50 mil, vestidos de três dígitos. Lembrando que internou no leito da morte pro marido se eleger prefeito. Já trocou os rins. Por ultimo teve câncer no pâncreas. Só ela no mundo curou rapidinho depois que o marido foi eleito. Tenho ranço”
Segundo a Polícia Civil, a mensagem teria sido postada por Maria Aparecida Sebastião Silva no grupo de Whatsapp denominado “Manifestação Justiça por Sofia“.
A delegada Juliana Palhares Chiquito enviou, no início da dezembro, ao Juizado Especial Criminal cópia do Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) aberto após o BO registrado pela Casa Militar a pedido da primeira-dama, sem espeficar se a suspeita foi ou não indiciada.
A Polícia já ouviu testemunhas e interrogou a acusada, que preferiu ficar em silêncio.



















