Recentemente, em entrevista num podcast, o Deputado Emanuelzinho trouxe à tona uma denúncia preocupante envolvendo a licitação para a construção do BRT em Cuiabá e Várzea Grande. De acordo com as informações compartilhadas por ele, as empresas do Grupo Engevix estariam no centro de uma suposta fraude durante o processo licitatório do BRT. Documentos apresentados pelo município de Cuiabá ao Ministério Público apontam para um conluio entre as empresas do Grupo Engevix e outras participantes da licitação, violando assim as leis que regem a concorrência em licitações públicas.
Uma análise mais detalhada dos documentos revela que as empresas envolvidas na licitação possuem vínculos econômicos e conexões não transparentes. O Grupo Engevix, por exemplo, é apontado como tendo ligações com o Consórcio Mobilidade MT, que concorreu na mesma licitação. Essas conexões indicam um possível conflito de interesses e uma violação das leis que proíbem empresas economicamente vinculadas de competirem entre si em licitações públicas.
O Consórcio Construtor BRT Cuiabá, do qual a Nova Engevix faz parte, foi declarado vencedor da licitação com um lance final de R$ 468 milhões. No entanto, a revelação de que as empresas vencedoras possuíam laços econômicos com outras concorrentes levanta sérias questões sobre a transparência e a integridade do processo licitatório.
Além das conexões entre as empresas participantes da licitação, o Município de Cuiabá também apontou a existência de uma complexa rede de influência envolvendo autoridades estaduais de Mato Grosso, empresas ligadas a familiares dessas autoridades e as empresas vencedoras da licitação para o BRT. Essas revelações sugerem possíveis conflitos de interesses e levantam sérias dúvidas sobre a imparcialidade do processo.
Veja abaixo os documentos:
EMPRESAS PARTICIPANTES DA LICITAÇÃO DO BRT

EMPRESA GANHADORA DA LICITAÇÃO DO BRT

EMPRESAS QUE DISPUTARAM A LICITAÇÃO DO BRT SÃO SÓCIAS EM OUTRO CONSÓRCIO





















