Além disso, Dídimo revelou que a Secretaria de Obras da Prefeitura assinou atas com aumentos de até 300% nos salários de prestadores de serviço, inflando contratos que somam mais de R$ 12 milhões.

As “abilhetes” Samantha, Maysa, Michelly e Paula Calil se calam diante de escândalo de superfaturamento em contratos da gestão Abílio Brunini

publicidade

O vereador de Cuiabá Dídimo Vovô (PSB) lançou uma grave denúncia durante entrevista ao Podcast do Popó: segundo ele, a secretária de Ordem Pública, Juliana Chiquito Palhares — que também é delegada de Polícia — assinou a adesão a uma ata da empresa Clean Service, mesmo após recomendação expressa do Tribunal de Contas do Estado (TCE), por meio do conselheiro Antônio Joaquim, para que a gestão não firmasse o acordo, já que o certame está sob investigação.

Além disso, Dídimo revelou que a Secretaria de Obras da Prefeitura assinou atas com aumentos de até 300% nos salários de prestadores de serviço, inflando contratos que somam mais de R$ 12 milhões. “Operador que recebia R$ 5 mil, agora consta na ata R$ 15 mil. Vigilante a R$ 11,5 mil! Que calamidade é essa?”, questionou o vereador, lembrando ainda dos R$ 48 milhões em contratos com agências de publicidade. Para ele, o estado de calamidade financeira decretado por Abílio é uma “calamidade fake” para burlar processos licitatórios.

Leia Também:  VÍDEO: "Governador foi infeliz porque não falou a verdade", comenta Botelho ao rebater fala de Mauro Mendes

Diante de denúncias tão graves, chama atenção o silêncio das abilhetes — Samantha Iris, Maysa Leão, Michele Alencar e a presidente da Câmara, Paula Calil. Vereadoras, que já carregam o carimbo da gestão Brunini, se omitem publicamente diante dos indícios de superfaturamento e das irregularidades apontadas por Dídimo Vovô. Enquanto isso, a oposição já prepara requerimentos para apurar os contratos e a efetividade dos serviços pagos com dinheiro público.

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade