De acordo com informações apuradas pela reportagem, os autores da pichação seriam alunos da própria unidade escolar.

NÃO TEM VIGIAS: Segunda escola estadual em Cuiabá recebe ameaça de massacre em uma semana

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Direção da Escola André Avelino, no CPA, registrou ocorrência policial após pichação em banheiro fazer alusão a facção; caso ocorre dias após ameaça similar na Escola Padre Ernesto

A Escola Estadual André Avelino Ribeiro, localizada no bairro CPA, em Cuiabá, tornou-se a segunda instituição de ensino a registrar uma ameaça de massacre em menos de uma semana. A direção da escola comunicou a Polícia Civil na quarta-feira (01) sobre uma pichação feita no banheiro masculino com a frase: “Massacre CV” – em clara alusão à facção criminosa Comando Vermelho.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, os autores da pichação seriam alunos da própria unidade escolar. O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddca).

Repetição de Cenário de Alerta

Este é o segundo caso do tipo registrado pela polícia em um intervalo de apenas sete dias. Na última terça-feira (30.09), a Escola Estadual Padre Ernesto Camilo Baratta, no bairro Santa Izabel, também foi alvo de ameaças pichadas em seus muros. As mensagens eram ainda mais específicas, marcando data para a violência: “30/09/2025 vocês vão queimar” e “massacre 30/09”.

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A proximidade temporal e a similaridade do conteúdo das ameaças acenderam um alerta entre pais, estudantes e a comunidade escolar sobre uma possível onda de intimidação contra instituições de ensino da capital.

Seduc não se pronuncia

A reportagem da gazeta digital  entrou em contato com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) para questionar sobre as medidas que estão sendo tomadas para reforçar a segurança nas escolas e apurar a responsabilidade dos envolvidos. Até a publicação desta matéria, no entanto, a pasta não retornou aos pedidos de informação.

Os casos reacendem o debate sobre a segurança nas escolas e a necessidade de programas de monitoramento e conscientização para coibir esse tipo de ameaça, que causa pânico e compromete o ambiente escolar. (com informações gazeta digital)

 

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