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O custo invisível do agronegócio: bilhões em renúncias fiscais e aumento alarmante de intoxicações por químicos, veja o VÍDEO

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Em 2024, o Brasil destinou quase R$ 30 bilhões para o sustento do agronegócio por meio de isenções fiscais, sendo R$ 21 bilhões direcionados exclusivamente a empresas de agrotóxicos. Esse cenário contrasta com uma realidade alarmante: um aumento de 950% nos casos de intoxicação por agrotóxicos no país.

Enquanto o mundo busca alternativas mais sustentáveis para a produção agrícola, a bancada do agronegócio no Brasil segue na direção oposta. Parlamentares têm se empenhado em avançar com projetos que facilitam o acesso e o uso de agrotóxicos no território nacional. Essa postura é apoiada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que tem postergado a implementação de iniciativas como o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara).

As renúncias fiscais, que privilegiam grandes empresas do setor, têm gerado críticas de especialistas e organizações da sociedade civil, que destacam os impactos negativos para a saúde pública e o meio ambiente. Um vídeo detalha como o agronegócio é financiado pelo Estado e como essas políticas favorecem os gigantes do setor, agravando a crise de intoxicação e colocando o Brasil em posição contrária às tendências globais de sustentabilidade.

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A questão levanta debates sobre a necessidade de repensar o modelo de incentivos fiscais e priorizar ações que promovam uma agricultura menos dependente de produtos químicos, visando a proteção da saúde humana e dos recursos naturais. (com informações Brasil de Fato).

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