A destruição silenciosa de Mato Grosso: Governo Mauro Mendes convivente e negacionista?

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No domingo, 29 de setembro de 2024, o Brasil contabilizou 673 focos de incêndio, de acordo com o sistema BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O Pantanal foi a região mais afetada, concentrando 296 focos, o que representa 44% do total de queimadas no bioma. Mato Grosso liderou entre os estados brasileiros, registrando 454 focos de incêndio em apenas 24 horas.

A crise climática em Mato Grosso é agravada pela falta de ação do Governo Mauro Mendes, que tem demonstrado negação frente à crescente degradação ambiental. Mesmo com sinais críticos de destruição da biodiversidade e aumento da crise hídrica, as autoridades discutem propostas que podem comprometer ainda mais o meio ambiente.

Dentre as medidas em análise estão a PEC 12/2022, que suspende a criação de novas unidades de conservação, e a resolução 45/22, que autoriza a construção de drenos em áreas úmidas, agravando a crise hídrica. Além disso, há projetos de lei que propõem a redução da proteção contra o uso de agrotóxicos e a liberação de atividades de mineração em reservas legais.

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Essas ações, somadas ao cenário já caótico de queimadas e desmatamento, reforçam a urgência de políticas públicas que revertam o avanço da degradação ambiental no estado e no país. Especialistas alertam para o impacto irreversível dessas decisões na biodiversidade e no equilíbrio climático da região. (com informações Formad).

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