Em nota, a Capital Consig contestou a necessidade da busca e apreensão

24 operações depois: Servidores lesados, bens bloqueados e mais uma operação da era Mauro Mendes

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A Polícia Federal deflagrou a Operação Fugazi para desarticular um esquema de fraudes financeiras e lavagem de dinheiro que teria lesado servidores públicos, aposentados e pensionistas em Mato Grosso. A ação, que cumpriu 13 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de ativos financeiros, mira um grupo econômico liderado pela empresa Capital Consig. O caso ganhou forte repercussão política local ao ser apontado como a 24ª operação policial relacionada a supostas irregularidades ou corrupção durante os períodos de governo sob a gestão de Mauro Mendes no estado.

De acordo com as investigações, as empresas envolvidas atraíam clientes com a promessa de um cartão de crédito consignado que, na realidade, operava como um empréstimo camuflado com juros abusivos e descontos em folha que impediam a quitação da dívida. A ofensiva da PF teve origem em denúncias apresentadas por entidades sindicais ao Ministério Público Federal. Em nota, a Capital Consig contestou a necessidade da busca e apreensão, classificando-a como desnecessária, mas ressaltou que está à disposição da Justiça para colaborar com o esclarecimento de todas as suspeitas.

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