Deputado cobra Mesa Diretora e pede reunião urgente com Casa Civil por recursos retidos

Empenhadas, mas não pagas: Júlio Campos faz discurso duro na ALMT e cobra reunião com Casa Civil por liberação de emendas

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O deputado estadual Júlio Campos fez um dos discursos mais contundentes dos últimos meses na tribuna da Assembleia Legislativa de Mato Grosso ao cobrar providências da Mesa Diretora em relação ao pagamento de emendas parlamentares que, segundo ele, já estariam empenhadas, mas ainda não foram liberadas pelo Governo do Estado.

Durante o pronunciamento, o parlamentar demonstrou forte insatisfação com a condução do processo e pediu que a Assembleia busque uma reunião urgente com o secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, para discutir a situação. Júlio Campos afirmou que a demora na liberação dos recursos tem causado prejuízos a municípios, hospitais, entidades e projetos que dependem das emendas para atender a população.

O deputado citou ainda que emendas destinadas por ele e pela deputada estadual Janaína Riva continuam aguardando pagamento, situação que classificou como preocupante. Em sua fala, cobrou tratamento igualitário aos parlamentares e maior transparência na execução dos recursos públicos.

Segundo Júlio Campos, a retenção das emendas impacta diretamente áreas essenciais como saúde, educação e assistência social. Ele ressaltou que os recursos foram planejados justamente para atender demandas urgentes dos municípios e que a demora compromete investimentos importantes para a população mato-grossense.

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O discurso repercutiu nos corredores da Assembleia Legislativa e reforçou o debate sobre a execução das emendas parlamentares no Estado. O parlamentar foi incisivo ao pedir uma atuação mais firme da Mesa Diretora para buscar esclarecimentos e soluções junto à Casa Civil.

A discussão ocorre em um momento em que prefeitos, hospitais e entidades sociais aguardam a chegada de recursos considerados fundamentais para a manutenção de serviços e realização de investimentos. Diante do cenário, Júlio Campos defendeu que a questão seja tratada com prioridade e que os pagamentos sejam regularizados o mais rapidamente possível.

 

com informações: plantaocnp

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