maior obra de entretenimento e negócios do estado, inicialmente cercada de polêmicas por seu caráter exclusivo, agora se afunda em uma sucessão de remendos, prorrogações de prazos e revisões de custos

Parque Novo Mato Grosso ou “Parque dos bilionários” vira labirinto de aditivos e prazos descumpridos

publicidade

Em vez de atrações funcionando, o que se vê no Parque Novo Mato Grosso – apelidado de “Parque dos Bilionários” – é um verdadeiro festival de aditivos contratuais publicados no Diário Oficial. A maior obra de entretenimento e negócios do estado, inicialmente cercada de polêmicas por seu caráter exclusivo, agora se afunda em uma sucessão de remendos, prorrogações de prazos e revisões de custos, que alimentam a sensação de completo improviso e descontrole administrativo.

O complexo, que inclui projetos como a “Vila das Nações” artística e um Cable Park, virou um “samba de maluco administrativo”. A cada nova publicação, surge mais uma alteração: seja para refazer a rede elétrica, ajustar projetos ou simplesmente estender prazos que já venceram. A falta de um planejamento sólido fez com que a obra se transformasse em um emaranhado de correções onerosas.

O resultado é que os cronogramas não param de escorregar e as cifras públicas não param de inchar. O parque, que deveria ser um símbolo de desenvolvimento e turismo para Mato Grosso, tornou-se sinônimo de “farra de aditivos” – um retrato perfeito da falta de gestão e da gastança irresponsável com o dinheiro do contribuinte.

Leia Também:  Ministério enviará equipe técnica a Cuiabá para averiguar situação da Saúde na capital

Enquanto isso, a população acompanha de longe a sequência de prorrogações, sem data para ver o prometido centro de entretenimento sair do papel e se tornar realidade.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade

publicidade

publicidade

Previous slide
Next slide