Há uma semana, as unidades de saúde do município enfrentam uma crise significativa, uma vez que o sistema vital para o atendimento está fora do ar. Servidores da Secretaria de Saúde revelaram que a razão por trás desse contratempo é a falta de pagamento à empresa responsável pelo serviço.
Sem o sistema operacional em funcionamento, a equipe médica é forçada a recorrer a métodos manuais, preenchendo as fichas dos pacientes à mão. Além disso, médicos são obrigados a sair dos consultórios para chamar os pacientes, impactando diretamente na eficiência do atendimento.
Outro grave problema é em relação às empresas de medicamentos, de insumos, outros serviços médicos, serviços de limpeza e de alimentação, que também estão com as faturas atrasadas.
Esta situação precária coincide com o término iminente da intervenção nas unidades de saúde. Com o retorno à gestão municipal, o prefeito Emanuel Pinheiro enfrentará não apenas a resolução desse problema, mas também a crise provocada pela paralisação dos anestesistas nos hospitais HMC e São Benedito, igualmente motivada pela falta de pagamento.
O impasse coloca em risco a qualidade e a continuidade dos serviços de saúde à população, exigindo uma ação imediata para solucionar as pendências financeiras e garantir a normalização do atendimento médico.


















