A partir de fevereiro de 2025, os 27 vereadores eleitos e reeleitos terão um custo mensal conjunto de R$ 1,7 milhão para os cofres públicos. No final do ano, esse valor ultrapassará R$ 21,6 milhões, considerando apenas subsídio, auxílio-saúde, gratificações e verba indenizatória.
O aumento salarial foi aprovado no final de 2023 e entrará em vigor a partir de fevereiro do ano que vem. Os novos parlamentares assumirão o cargo com o salário atual de R$ 18,9 mil, mas, após 30 dias, passarão a receber R$ 26 mil de proventos.
Os vereadores têm ainda direito a uma gratificação de desempenho por atividades em comissões permanentes, estabelecida em 35% dos proventos, o que pode representar até R$ 9,1 mil mensais.
A verba indenizatória, destinada ao ressarcimento de despesas exclusivamente ligadas à atividade parlamentar, equivale a 75% da remuneração total (incluindo o salário base e benefícios), podendo chegar a R$ 26,4 mil. Cada vereador também tem direito a um auxílio-saúde de 12% sobre o subsídio básico, totalizando R$ 3,1 mil mensais.
Com esses valores, cada vereador custará R$ 64,7 mil por mês e R$ 802,9 mil ao ano, considerando doze meses e o 13º salário. Para os 27 vereadores, o total repassado chegará a R$ 21,6 milhões, dentro de um orçamento de R$ 100 milhões em duodécimo para a Câmara.
Além dos valores pagos aos parlamentares, cada gabinete pode utilizar até R$ 51 mil para a contratação de até 18 assessores.





















