GOVERNO SÓ FALA E NÃO FAZ NADA

Vereador dispara que “a Saúde está agonizando” e cobra ação efetiva do Governo do Estado no suporte financeiro

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Liderança da gestão Emanuel Pinheiro, o vereador Renivaldo Nascimento (PSDB), novamente fez um alerta sobre a preocupante situação da saúde pública de Cuiabá, durante a sessão da manhã desta quinta-feira (9), da Câmara de Cuiabá.
“A saúde de Cuiabá está agonizando. Por que estamos enfrentando tantas dificuldades? Antes da administração atual, não tínhamos a UPA do Verdão, nem o Hospital Municipal de Cuiabá. Isso gerou um aumento significativo nos custos. Antes, o governo estadual costumava fornecer uma ajuda mensal de um milhão de reais ao Hospital São Benedito, mas essa assistência diminuiu ao longo do tempo”, declarou ao parlamentar.
Usando a tribuna da Casa de Leis, a liderança já havia feito um alerta mediante a sobrecarga de atendimento imposta ao Município, já que o Estado oferta uma saúde pífia nos demais 140 municípios. A demanda crescente e a falta de aporte financeiro, a contrapartida do Estado, vem colapsando a rede municipal de saúde.
“O governo estadual parece estar menos comprometido, enquanto os custos aumentam. As prefeituras simplesmente não conseguem lidar com essa situação sozinhas. Tenho pedido ajuda, especialmente considerando que temos um Estado superavitário. Não seria difícil para o governo estadual contribuir mais para a saúde pública”, disse Renivaldo.
Ajuda para Cuiabá
Na sessão de 7 de maio, o parlamentar já havia defendido que o Governo do Estado atuasse de forma solidária aos munícipes da capital. Nascimento exaltou a iniciativa do Estado em disponibilizar recursos via Fethab para ajudar as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, e relembrou que a Saúde na capital poderia também ser auxiliada pelo Governo do Estado. “É uma questão de diálogo, de boa vontade. O prefeito de Cuiabá já solicitou ao governador que sentem, que promovam tratativas pelo bem comum: a saúde. Sobre os R$ 50 milhões, ótimo, que ajude às pessoas que tanto necessitam, mas poderia também realizar a destinação de um percentual de 10%, de 20% para ajudar a saúde da capital. Tem gente sofrendo, fica o meu pedido”, declarou.

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