A cada ano, o aniversário da primeira-dama Virginia Mendes vem revelando não só o desgaste pessoal, mas o esvaziamento simbólico do governo Mauro Mendes. A festa, que já foi prestigiada por autoridades e figuras políticas de peso, hoje evidencia um isolamento crescente: cadeiras vazias, sorrisos forçados e a ausência de nomes de influência do meio político e burocrático. Com apenas 299 dias restantes para o fim do mandato — considerando a renúncia prevista caso confirme a candidatura ao Senado —, o cenário aponta para um encerramento melancólico de gestão. Mauro Mendes coleciona desafetos no silêncio, muitos deles acuados por medo ou sobrevivência, mas que parecem contar os dias para assistir o último capítulo desse ciclo.


















