Em nota pública, Dr. Jonas se diz vítima de tentativa injusta de vincular seu nome a atividades ilícitas e afirma confiar na Justiça para esclarecer os fatos.
O prefeito do município de Poconé (MT), Dr. Jonas, utilizou suas redes sociais na manhã desta quinta-feira (data) para se manifestar publicamente sobre as operações Tolueno e Diobélia, da Polícia Federal. As operações investigam suspeitas de compra de votos e um possível vínculo entre a chapa vencedora nas últimas eleições – composta por ele e a vice-prefeita Camila Silva – e facções criminosas.
Em um texto direto, o chefe do executivo municipal negou de forma categórica qualquer associação com o crime organizado. “Repudio veementemente qualquer tipo de associação com facções criminosas, bem como qualquer prática que vá contra os princípios democráticos, legais, morais e religiosos que sempre pautaram minha trajetória pessoal e política”, declarou o prefeito no primeiro ponto da nota.
Dr. Jonas assegurou nunca ter mantido, “direto ou indireto, com organizações criminosas, tampouco autorizei ou solicitei qualquer apoio ilícito durante o processo eleitoral”. Ele afirmou ainda que se coloca à disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos necessários, demonstrando “confiança plena na Justiça e na transparência da investigação”.
O prefeito expressou convicção de que “os fatos serão devidamente esclarecidos e que a verdade prevalecerá”, classificando as acusações como “injustas” e que não condizem com sua “conduta pessoal ou pública”. Ao final da mensagem, Jonas reiterou seu compromisso “com a legalidade, com o respeito às instituições e com o povo que confia no meu trabalho”, agradecendo as manifestações de apoio recebidas.
A nota do prefeito é a primeira manifestão oficial sobre o caso, que teve seus detalhes revelados com a deflagração das operações pela PF. A investigação segue em andamento.



















