SAIU EM DEFESA

Vereador se diz surpreso pela operação e diz que seu nome foi indevidamente usado pela PF

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O vereador por Cuiabá, Paulo Henrique (MDB), usou a tribuna na manhã desta terça-feira, 11 para alegar que foi surpreendido com a Operação Ragnatela e que seu nome foi mencionado de forma indevida pela Polícia Federal.

“Como vocês, também fui supreendido pela busca e apreensão que ocorreu em minha residência. E até pelo indevido envolvimento com o meu nome”, declarou durante a sua fala.

Paulo Henrique foi alvo, da Operação Ragnatela na última semana e está sendo acusado de associação criminosa com uma facção criminosa. De acordo com a operação, o vereador do MDB estaria praticando tráfico de influência, em detrimento de liberar licenças para supostamente criminosos praticarem o crime de lavagem de dinheiro.

Segundo o vereador, a ação era parte de sua atribuição como fiscal.

“Sempre fui procurado por promotores de shows pretendendo a liberação. Sempre me limitei a e caminhar tais pedidos para pasta específica sem ter requerido qualquer privilégio a quem quer que seja”, destacou.

O vereador ainda disse que o funcionário Rodrigo Leal, envolvido na Operação é seu amigo a 25 anos e que o indicou para o cerimonial da Casa.

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“Ele é meu amigo a 25 anos. Não sou covarde, quem o demitiu foi o presidente Chico 2000. poderia ter me escondido atrás desse fato para fazer de conta que não fui eu quem o indicou, mas ao contrário disso, eu assumi”, finalizou.

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