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Até para morrer ficou caro na capital: Wellaton garante que inflação em Cuiabá é para todos, sem exceção

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Em uma decisão que prova que a única certeza da vida não é mais a morte, mas sim o aumento de preços que a acompanha, o diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, concedeu um “singelo” reajuste de 9,3% nos serviços funerários de Cuiabá. A generosa medida, publicada na Gazeta Municipal desta segunda-feira (10), garante que o cidadão cuiabano poderá prestar sua última homenagem aos entes queridos com um toque de sofisticação extra – e um custo extra, é claro.

O aumento, que abrange os contratos com as funerárias Dom Bosco, Santa Terezinha e Santa Rita, é uma aplicação prática da moderna teoria econômica do “apostilamento”. A fórmula mágica, que considera um período que se estende de fevereiro de 2022 a abril de 2025, consegue a proeza de reajustar um contrato que nasceu ainda em 2012, fruto de uma concorrência pública de uma era geológica passada.

O resultado para o contribuinte é tão tangível quanto inescapável: a partir de agora, a despesa final da vida – aquele último favor que se pede ao mundo – ficará quase 10% mais salgada. Sob a sábia gestão do diretor Wellaton, o cuiabano terá o privilégio de pagar mais caro por cada etapa do seu derradeiro adeus, do transporte à sepultura.

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É o chamado “custo Wellaton” da partida: uma taxa de saída que garante que, mesmo em seu momento mais definitivo, o cidadão não escape do aperto no bolso. Na capital mato-grossense, a morte pode ser inevitável, mas o reajuste funerário, graças ao diretor, é uma garantia

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