Levantamento da Data Index mostra a deputada em segundo lugar no primeiro voto e com 31% das menções somadas, consolidando espaço na disputa pelas duas vagas ao Senado.
Uma pesquisa registrada sob o número MT-04153-2026, realizada pela Data Index entre os dias 1º e 4 de julho, com 1.600 entrevistas e margem de erro de dois pontos percentuais, mostra Janaina Riva (MDB) construindo a candidatura mais sólida entre os concorrentes ao Senado que não partem na frente na primeira posição.
No levantamento sobre o primeiro voto para senador, Janaina aparece em segundo lugar, com 17% das intenções, à frente de nomes como José Medeiros (13%), Pedro Taques (11%) e Carlos Favaro (10,5%). É uma distância que a coloca isolada na briga pela segunda vaga, com folga de quatro pontos sobre o terceiro colocado.
Já na indicação para o segundo voto, o cenário se inverte: Janaina aparece em primeiro lugar, à frente dos demais nomes citados pelos eleitores mato-grossenses.
Somando as menções ao longo do levantamento, a candidata acumula 31% de menções combinadas, superando José Medeiros (25%), Carlos Favaro (22%) e Pedro Taques (21%), e ficando atrás apenas de Mauro Mendes. Em uma disputa de duas vagas ao Senado, esse tipo de transversalidade costuma ser decisivo justamente na etapa final da campanha, quando o eleitor indeciso passa a considerar quem “também” vota bem.
Os números de rejeição declarada também favorecem a leitura. Enquanto Não Sabe/Não Respondeu soma 6% no primeiro voto, a taxa de nulos fica em 3,5%, indicando que a maior parte do eleitorado mato-grossense já tem uma posição formada sobre o nome de Janaina, positiva ou negativa, restando pouco espaço de indefinição a ser disputado por ela nas próximas semanas de campanha.
O levantamento entrevistou um eleitorado com leve maioria feminina (51% mulheres, 49% homens), concentrado nas faixas de 35 a 44 anos (21,2%) e 45 a 59 anos (25,8%), que juntas somam quase metade da amostra. Em termos de renda, o grupo predominante ganha de 2 a 5 salários mínimos por mês (36,2%), seguido por quem recebe de 1 a 2 salários (23,8%).
Na escolaridade, o ensino médio completo é o patamar mais comum (27,1%), com uma fatia relevante também no fundamental incompleto (19,92%) e no médio incompleto (18,46%). Esse é o retrato do eleitorado que a Data Index ouviu no estado, o pano de fundo sobre o qual as intenções de voto para o Senado se distribuem.



















