Investigação aponta Grupo THG como núcleo de organização criminosa que operava dentro do instituto; deputado relator fala em

VÍDEO: CPI do INSS tem início explosivo com citação de governador Mauro Mendes e ex-senador Cidinho em esquema de desvio de verbas

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A recém-instalada Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do INSS no Congresso Nacional começou com revelações de alto impacto. Em sua primeira semana de trabalhos, as investigações já citaram nominalmente o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (UNIÃO), e o ex-senador Cidinho Santos (Republicanos) como participantes de um “regabofe milionário” bancado por um grupo investigado por desviar recursos da Previdência Social.

O episódio ocorreu durante o depoimento de um dos investigados, quando o deputado relator da CPI questionou diretamente sobre quais personalidades públicas compareceram a um evento de luxo organizado pelo Grupo THG – apontado pela CPI como um dos núcleos de uma organização criminosa que atuava dentro do INSS. A resposta do depoente foi taxativa: entre os presentes em um resort de luxo em Santa Catarina, estariam o governador Mauro Mendes, o ex-senador Cidinho Santos, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o líder do União Brasil, Elmar Nascimento (BA), e o ex-ministro Marcos Pereira.

Para os parlamentares da CPI, a festa é a imagem mais clara da promiscuidade entre empresários investigados e autoridades públicas. “Enquanto aposentados e pensionistas tinham seus recursos drenados, esses políticos e empresários se banqueteavam em festas milionárias custeadas justamente por quem desviava o dinheiro da previdência”, afirmou o relator da CPI, em referência ao que classificou como “roubo de velhinhos”.

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O caso reacendeu o debate sobre como jantares, viagens e eventos sociais luxuosos funcionam como moeda de troca em esquemas de corrupção. A CPI investiga specificallyamente como o Grupo THG atuava para obter benefícios irregulares dentro do INSS, desviando recursos que deveriam ser destinados a aposentadorias e pensões.

 

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