Ex-prefeito comprova com registros históricos que ação solidária foi mantida em sua gestão; atual prefeito é acusado de desorganização e ataque a tradições religiosas

Emanuel Pinheiro desmente fake news de Abílio Brunini sobre fim da distribuição do Peixe Santo em Cuiabá

imagem: Luiz Alves

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Em resposta a uma fake news propagada pelo atual prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini, o ex-prefeito Emanuel Pinheiro usou suas redes sociais na noite desta quarta-feira (17) para desmentir com provas a alegação de que sua administração teria acabado com a tradicional distribuição do Peixe Santo, ação solidária realizada durante a Semana Santa na capital mato-grossense.

Emanuel publicou registros históricos que comprovam a realização da iniciativa em sua gestão, sempre conduzida em parceria com a então primeira-dama Márcia Pinheiro. As imagens e documentos mostram que o evento, tradição católica querida pelos cuiabanos, foi mantido e ampliado durante seus anos à frente da prefeitura. “A VERDADE! PEIXE SANTO! Durante a minha gestão, o Peixe Santo foi valorizado e ampliado. Criamos também o Peixe Solidário para os idosos, ofertando milhares de toneladas de peixes à nossa gente. Hoje, falta respeito às tradições. Mas, Cuiabá segue forte, com fé e alegria.” publicação que o ex-prefeito fez em suas redes sociais.

Desorganização de Brunini é a verdadeira causa do fim da tradição

A alegação de Abílio Brunini, que tentou culpar Emanuel pelo fim da distribuição, foi rebatida não apenas com provas, mas também com críticas à atual desestruturação da gestão municipal. Analistas políticos e moradores apontam que o despreparo administrativo do atual prefeito é o real motivo pelo qual a tradição foi interrompida.

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Postura persecutória de Brunini contra expressões da fé

Além de espalhar inverdades, Abílio Brunini tem sido criticado por uma gestão que ignora e até persegue manifestações culturais e religiosas populares. O fim do Peixe Santo é apenas mais um exemplo de como sua administração se afasta do povo cuiabano, privilegiando agendas pessoais em vez de manter viva a identidade da cidade.

 

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