O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), divulgou nas primeiras horas de mandato que tinha apenas R$ 6,8 milhões em caixa – valor insuficiente para pagar a folha bruta do funcionalismo de R$ 78 milhões. No entanto, os extratos do Fundo de Saúde (R$ 13 milhões), do Fundo de Educação (R$ 5,7 milhões) e do ICMS (R$ 6,2 milhões), apontavam R$ 32,7 milhões. Após a divulgação cobrando transparência, a prefeitura informou que tem em caixa R$ 26,4 milhões, valor já com descontos feitos no dia. Também recebeu R$ 30 milhões de emenda parlamentar que está em parte comprometida.

Abilio Brunini anunciou a redução de 30% a 40% dos cargos comissionados do município, com a previsão de economizar entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões mensais e alcançar a meta de R$ 100 milhões nos primeiros 100 dias de gestão. Ele também ressaltou que, para atingir esse objetivo, serão eliminados contratos considerados supérfluos, o que demandará uma redução superior a R$ 85 milhões em despesas contratuais.
Suspensa inauguração de mercado e cobrança no aquário
O prefeito de Cuiabá anulou a inauguração do Mercado do Porto e retirou o poder administrativo da associação dos comerciantes sobre a Feira. Além disso, informou a exoneração da coordenadora Rosilma Benedita Tibaldi Ferreira. No Aquário Municipal, reinaugurado na última terça-feira (31), o prefeito suspendeu a cobrança de ingressos, que era de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), para visitação.
Ainda na quinta, Brunini descartou a celebração do Carnaval, suspendeu o agendamento e a área de abrangência em Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Cuiabá e anunciou que irá acionar o ex-prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e o ex-secretário Municipal de Saúde, Deiver Teixeira, por programarem pagamentos de R$ 5 milhões e R$ 17 milhões, em 2024, para o início da nova gestão. (G1/Midianews)
A vice-prefeita de Cuiabá, Coronel Vânia Garcia (Novo), recebeu uma multa ao estacionar em frente ao Palácio Alencastro, na manhã de ontem (02). Vânia participou da reunião com os demais secretários de gestão e recebeu a autuação por utilizar uma vaga do estacionamento rotativo, que exige o pagamento de tarifa. A gestora alegou não ter encontrado nenhum parquímetro por perto para pagar pelo uso do estacionamento. (Gazeta)


















