Em seu primeiro ano, prefeito é marcado por sequência de aumentos de taxas e impostos, gerando desgaste e críticas em meio a problemas crônicos na cidade.

VAI VENDO: Abílio autoriza aumento do IPTU, recria taxa de lixo e sobe taxa funerária, entenda

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O primeiro ano de gestão do prefeito Abílio Brunini (PSD) em Cuiabá tem sido definido por uma agenda tributária intensa que coloca mais peso sobre os ombros da população. Em uma série de movimentos, a administração municipal tem implementado e proposto aumentos de taxas e impostos, consolidando a imagem de um governo que opta por pressionar o contribuinte em um momento de desafios em serviços essenciais.

A sequência começou com a recriação da taxa de lixo, um custo extra que retornou aos cofres dos cuiabanos. Na sequência, a gestão autorizou o aumento da taxa funerária, impactando famílias em momentos já delicados. O movimento mais significativo, no entanto, veio com o encaminhamento de medidas para elevar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). A formalização desse intento se deu com a instalação de uma comissão destinada a revisar os valores venais dos imóveis, etapa que normalmente precede um reajuste na cobrança do imposto.

Enquanto essa agenda tributária avança, a cidade continua a enfrentar problemas crônicos e diários em áreas fundamentais. Deficiências na saúde pública, buracos na infraestrutura urbana e a falta de manutenção adequada em espaços públicos são queixas constantes dos cidadãos. Esse cenário faz com que os sucessivos anúncios de novos custos sejam recebidos com ainda mais frustração.

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A percepção que se forma, portanto, é a de um governo que escolheu um caminho de sufocar financeiramente o cidadão para equilibrar as contas, em vez de apresentar ganhos de eficiência e melhorias tangíveis nos serviços. A estratégia acumula desgaste político e críticas de diversos setores da sociedade, que veem uma administração considerada por muitos como caótica e distante das reais prioridades do povo cuiabano.

A gestão Brunini, que completa seu primeiro ano, parece estar construindo sua herança não sobre a solução dos problemas que mais afligem a população, mas sobre uma sucessão de medidas que esvaziam ainda mais os bolsos de quem vive e sustenta a capital mato-grossense.

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