Para o governador do Estado, Mauro Mendes (União), a destruição na unidade de conservação do Morro de Santo Antônio foi causa pela chuva. Mendes foi questionado nesta segunda-feira (13.01) na rádio CBN sobre críticas feitas pela promotora de Justiça Ana Luiza Peterlini sobre a destruição de parte da vegetação do morro.
“É uma obra como dezenas, o que aconteceu ali… Se você for hoje em todas as obras, em mais de 100 obras de infraestrutura rodoviária do Estado de Mato Grosso está acontecendo a mesma coisa, a chuva vem e ela arrasta um pouquinho de terra que está na pista, encontra um caminho para sair, faz um vossorocazinha ali, ali é um morro aquilo ali é um arenito, não tem perigo nenhum, como foi feita a estrada de acesso ficou um pouco de material solto em cima na escavação quando veio a chuva acarreou aquilo ali, já fomos lá, tiramos água da pista”, comentou o governador.
Apesar da alegação do governador, o início da destruição no morro de Santo Antônio foi no período da Seca. Além disso, a obra da autarquia Mato Grosso Participações ateou fogo no local, que é uma unidade de conservação estadual.
Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mostram que a precipitação acumulada em setembro, quando a destruição no morro foi registrada pela primeira vez, era próxima de zero. A baixa ou nenhuma quantidade de chuva foi registrada não somente em Santo Antônio do Leverger, como também em todo Estado de Mato Grosso.























